sexta-feira, 6 de maio de 2016

Celebridades que praticam Yoga - Miley Cyrus

Ela é muitas vezes vista praticando ásanas diversos em mídias sociais.

Miley Cyrus mostrou seu "úrdhwa bhadra kákásana" através de foto publicada na sua conta do  Instagram.

Uma posição que exige treino e dedicação, mas que qualquer pessoa pode realizar, através das práticas do Yoga e com um bom instrutor lhe auxiliando. Se você quer viver melhor e procura por maior qualidade de vida, fica a dica, não só minha, mas aprovada e divulgada por diversas personalidades de vários seguimentos espalhadas pelo mundo.

Faça Yoga e viva mais!


Yoga: Miley Cyrus, 23, mostrou sua força e seu decote em um post Instagram na sexta-feira, enquanto envolvido em uma postura ombro pressionando

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Celebridades que praticam Yoga - Robert Downey Jr


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Nascido em Nova York, em 04 de abril de 1965, Robert Downey Jr . Começou a agir como uma criança.
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Ele fez suas primeiras aparições no cinema e foi um membro do elenco de Saturday Night Live na década de 1980, mas o seu crescente sucesso foi marcado por anos de lutas contra o abuso de drogas. Foi com a ajuda do Yoga que ele modificou esta situação, ressurgindo das cinzas como um fênix e sendo aclamado pela crítica e por todos as pessoas pelos ótimos trabalhos realizados e, hoje é considerado um dos principais atores de Hollywood.


Famoso, celebridade, Yoga, Robert Downey Jr, americano, Hollywood, ActorEle é conhecido por papéis em uma grande variedade de filmes, incluindo Homem de Ferro, Chaplin, Soapdish e Garotos Incríveis.










Robert Downey Jr e o Yoga

Se fosse a década de 1990, você jamais veria Robert Downey Jr. em uma escola yoga, mas agora o ator pratica de forma consistente.
Fotos de Robert surgiram dele perto de seu trailer em sets de filmagem praticando yoga, que lhe ensinou a estar em forma, suave e equilibrado. yogin celebridade está agora na busca por qualidade de vida, foco e concentração, além de auto conhecimento. Um contraste com o Robert da década de 90.
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 Fonte
Scaravelli - Yoga Catherine Annis 
07747 19 69 14 
Camden, London, UK

quarta-feira, 27 de abril de 2016

MEDITAÇÃO – MUDANÇAS EM NÍVEL CEREBRAL

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LOBOS FRONTAIS

Lobos Frontais
Um dos quatro pares de lobos no córtex cerebral, regiões que mais demonstram diferenças se comparadas aos cérebros de nossos antepassados. Embora os lobos frontais tenham funções ainda pouco conhecidas, sabemos que muitas das habilidades humanas mais complexas, como planejamento de ações sequenciais, comportamentos sociais, a espontaneidade, a memória, a linguagem, a iniciação, julgamento e questões emocionais são tratadas por essa região.
“Entre as diversas funções dos lobos frontais estão a plasticidade do pensamento, a capacidade de julgamento, a habilidade de produzir ideias diferentes, a organização da informação, a capacidade de dar respostas adequadas aos estímulos, de estabelecer e trocar estratégias e de planejar uma ação” (COSTA, et al. 2004)
Depressão: no que diz respeito aos lobos frontais, verifica-se que em geral o lóbulo direito (bem como a amígdala até certo ponto) está associado com emoções negativas, tais como depressão e ansiedade, e o lóbulo esquerdo está associado com emoções positivas, como felicidade, entusiasmo.
Fonte: Goleman, 2004.
As pessoas que têm depressão combinada com intensa ansiedade têm o mais alto nível de atividade no lobo pré-frontal direito (GOLEMAN, 2004).
A partir de estudos recentes utilizando as técnicas de neuroimagem, observa-se a existência de um componente neurológico para depressão, particularmente relacionado aos lobos frontais e a atividade nas amídalas (IRWIN, et al. 2004).
Para Menkes et al. (1999) a depressão pode ser significativamente diminuída pela estimulação electrica do lobo frontal esquerdo.
De acordo com Goleman (2004) a atividade sobre o lado esquerdo do cérebro suprime a atividade sobre o lado direito.
Segundo Newberg (1995), em numerosos estudos foi indicado que o córtex pré-frontal esquerdo, o hipocampo e as amídalas associadas a ele, mostraram aumento da atividade durante a meditação
Davidson (2003) fez anos de extensa pesquisa nas áreas correlatas a neurociência e meditação envolvendo a investigação em 25 indivíduos que eram testado antes e imediatamente após um programa de meditação de oito semanas, em seguida, novamente testados quatro meses após o programa. Como resultado, verificou que os praticantes de meditação tinham aumentado significativamente a atividade no lobo frontal esquerdo, quando comparados com os não praticantes de meditação (grupo controle).
Considerando que a meditação afeta tanto os lobos frontais quanto a amígdala, e que parece transferir, em parte, a atividade do córtex pré-frontal direito para o esquerdo, é perfeitamente lógico inferir que ela afete os sintomas de depressão.
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As amídalas e as emoções relacionadas ao medo têm atraído o crescente interesse dos pesquisadores. As amídalas, pequenas estruturas em forma de amêndoa, situada dentro da região antero-inferior do lobo temporal, se interconecta com o hipocampo, os núcleos septais, a área pré-frontal e o núcleo dorso-medial do tálamo. Essas conexões possuem um papel importantíssimo no desempenho de mediações e controle das atividades emocionais de ordem maior, como amizade, amor e afeição, nas exteriorizações do humor e, principalmente, nos estados de medo e ira e na agressividade. As amídalas também são fundamentais em situações onde o indivíduo corre algum tipo de perigo, gerando medo e ansiedade, disparando a atitude de enfrentamento ou fuga. A lesão das amídalas faz, entre outras coisas, com que o indivíduo perca o sentido afetivo da percepção de uma informação vinda de fora, como à visão de uma pessoa conhecida. Ele sabe quem está vendo, mas não sabe se gosta ou desgosta da pessoa em questão.
Devido capacidade de associar memórias, dor e medo nas amídalas, podemos ter situações devastadoras para o nosso estado emocional. De acordo com Davidson (2003), quando somos expostos a situações que exigem destas áreas, aqueles que retornam ao estado basal mais rapidamente e demonstram menos atividade nas amídalas e mais atividade no córtex pré-frontal esquerdo ficam menos sujeitos a avaliar a experiência como traumática ou impactante, são pessoas com uma melhor capacidade para processar o evento.
Para Goleman (2004) ficam os indícios de que nosso cérebro parece se moldar a partir de nossas experiências, evidenciando nossa neuroplasticidade. A amídala é mais ativa quando alguém está deprimido, ansioso ou tem síndrome de estresse pós-traumático. O córtex frontal inibe a atividade da amídala buscando o equilíbrio, caracterizada pelo autor como o seqüestro das amídalas em seu livro Inteligência Emocional.
“A amídala normal tem muitos receptores para substâncias opióides e, quando chegam a ela funcionam como antagonistas produzindo uma redução na percepção do medo” (AUSTIN, 1999, p. 177).
“Temos muitos receptores para ambos os opióides e canabióides em nosso cérebro, mas ainda não se sabe ao certo quais os neurotransmissores endógenos aptos a recebê-los” (BEAR; CONNORS; PARADISO, 2001, p. 138, 148).
Com base nos resultados das experiências de meditação estudadas até agora, podemos aferir que a prática meditação estimula a produção ou a libertação de nossos próprios opióides, endógenos, que têm o mesmo efeito que também conseguem anular a resposta de medo das amídalas. Considerando que alguns distúrbios psíquicos estão relacionados a traumas que envolvem a nossa percepção de segurança, pensar que a habilidade de lidar com o medo se vê melhorada, permite dizer que a pratica meditativa auxilia, mais uma vez, nos processos psicoterápicos.

HIPOCAMPO

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Tem funções relativas à memória de curto prazo, entre muitas outras funções. Existem indícios de que os altos níveis de cortisol matam células do hipocampo, algo muito presente nos quadros de síndrome do estresse pós-traumático e depressão, embora não seja absolutamente certo se o estresse emocional ou o reduzido volume do hipocampo vem em primeiro lugar.
Para Infante et al. (2001) a meditação parece ajudar o corpo a manter um nível mais baixo de cortisol.
“Protegendo nossas memórias de curto prazo, o que pode ser altamente vantajoso à medida que envelhecemos” (GOLEMAN, 2004, p. 179).

LOBOS PARIETAIS

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O córtex parietal está associado à consciência de si, bem como a nossa percepção de tempo e espaço (NEWBERG, 2004).
Para Newberg (2001) descobriu, em um estudo com monges, que durante a meditação, o córtex pré-frontal esteve extremamente ativo, mas que os lóbulos parietais se mostraram mais inativos.
Kaul (2004), em um estudo com monges budistas tibetanos verificou que o córtex pré-frontal mostrou-se extremamente ativo, e um córtex parietal suprimido, durante a meditação.
Sob este aspecto, as experiências meditativas narradas por praticantes que envolvem uma dissolução do senso de individualidade, da sensação de tempo e espaço parecem bastante lógicas.


quarta-feira, 20 de abril de 2016

3 práticas para "esvaziar a mente" e administrar melhor a concentração e foco.


Esta tarde, ao ouvir meu pianista favorito tocar, o francês Satie, ocorreu-me um pensamento: por que eu me sentia tão atraído por música como se fosse uma criança que sofre de depressão? Sabemos dos efeitos curativos que a música tem sobre as crianças e adultos, mas foi isso? Minha especialização é o piano, desde os tempos de academia. Antigamente, na Europa Oriental, onde eu nasci e cresci antes de sair para a universidade, ninguém tinha o conhecimento do impacto que a música tinha e tem sobre os jovens que sofrem de doenças mentais, como a depressão, por exemplo. Eu nem sequer sei porque muitas vezes me senti tão triste por nenhuma razão. Lembro-me claramente que toda vez que estava desanimado ou pra baixo, como constantemente era atraído para o piano. Aos nove ou dez anos comecei a perceber que tocava melhor quando estava sentindo essa sensação terrível e estressante de vazio dentro de mim. O que é importante é que, enquanto meus dedos corriam pelas teclas de madeira deste receptor e doador que é o piano, sentia-me aliviado e tudo fluía. Eu não estava ocioso, porque eu tinha que estar atento aos próximos acordes (um artista não pode poupar muita atenção para a próxima página ou pensar em acontecimentos de ontem, porque ele perderia a presente nota). Completamente consciente de cada harmonia, eu toquei por horas enquanto cada nota permitia-me estar conectado ao presente momento. Essa é a verdadeira essência da atenção plena. Foco significa estar envolvido em qualquer atividade, seja tocando o piano, desenhando, dançando, correndo ou praticando Yoga, com total consciência de cada movimento, cada respiração, etc. Esta completa consciência do momento presente cria uma conexão perfeita entre a mente e o corpo.  Sem dúvida, a atenção plena é transformadora para alguém que sofre de ansiedade ou depressão, se praticado diariamente, uma vez que acende a lâmpada de conscientização sobre o pensamento espiral descendente. O resultado é que ficamos capazes de perceber padrões de pensamento, antes que seja tarde demais e dessa forma tratar de focar no que realmente é bom para nós (e todos nós temos sido vítimas de maus pensamentos em algum momento, ou quando alguém diz algo doloroso para nós, enfim, isso faz com que a memória nos leve a um monte de outras imagens e sentimentos que nos causam esses transtornos). Se você sofre de depressão ou falta de concentração e, muitas vezes encontrar-se ansioso, estressado e em busca de algumas maneiras de lidar com isso no seu dia-a-dia, aqui estão três práticas que lhe ajudarão a administrar melhor essas questões:

1. 10 minutos de “Café da manhã egoísta”

Eu chamo essa técnica "egoísta", porque não implica falar com ninguém, verificando seu telefone celular ou lendo o jornal, nem sequer ter uma conversa na mesa durante uma refeição. Se você costuma tomar café da manhã com sua família, informe-os com antecedência para que possa ser deixado em paz, num momento só seu. Observe a velocidade que você come sua comida. Mastigue bem, talvez até mesmo feche os olhos e veja quais sensações surgem, permitindo aos seus sentidos desfrutar desse momento ao focar na aparência, textura e sabor de seu alimento.
2. Limpeza da “atenção plena”

Enquanto for lavar pratos ou varrer o chão, observe o movimento do seu corpo: os seus braços e dedos. Como está a sua postura? Observe o sentido de tato entre as mãos e os utensílios, o espaço entre eles, a maciez da esponja, etc. Se a mente divagar e você esquece onde deixou a vassoura – tudo bem, é isso mesmo! Você ter notado isso é o primeiro passo para viver conscientemente. Por fim, traga sempre de forma muito gentil, a sua consciência de volta para a tarefa em mãos.
3. Caminhe meditando

Caminhar meditando é uma das práticas mais antigas para trabalhar a atenção e foco. Mesmo que algo tome seu tempo, isso não quer dizer que você precisa estar sempre com pressa. Observe o chão que você pisa ao caminhar, quando você der cada pequeno passo, sinta o chão a partir do calcanhar até os dedos do pé. Depois de dominar essa técnica, você pode incorporar isso em sua vida diária, especialmente quando você está se sentindo estressado. Uma vez eu estava atrasado para uma reunião e não poderia mesmo cessar os meus pensamentos sobre o que eu iria apresentar uma vez que chegaria mesmo tarde na reunião. Então, eu comecei a sentir e testemunhar esses passos rápidos, ainda firmes e de repente senti algum alívio e num piscar de olhos, minha mente ficou serena. A chave para ter uma mente mais calma é colocar em prática aquilo que aprendemos nas aulas de Yoga, levando além das salas de prática as técnicas respiratórias, meditativas, mentalizações, etc... para pôr em prática na nossa vida diária, no trânsito, no trabalho, nos relacionamentos afetivos e em tudo quanto mais pudermos. A grande notícia é que nada pode dar errado, não há certo ou errado quando se trata de trabalhar com a mente, apenas mente contra mente. Sem julgamento. Apenas testemunhando. Miles Davis, meu outro compositor e músico favorito, uma vez disse: "Não são as notas que você toca; são as notas que você não toca". Se pudesse dizer algo para você seria:

Viva uma vida consciente, a fim de ver o quão rico e maravilhoso é o mundo ao redor. Experimente tudo, as notas tocadas e não tocadas. Seja um observador de suas ações e as pausas naturais entre elas.

fonte: yogitimes


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Sem palavras. Tapa na cara.



Decidi nem escrever algo a respeito da imagem acima, apesar de ter muito o que penso a respeito que gostaria de dividir, mas não precisa nem falar nada... apenas deixe-se observar e reflita.

domingo, 17 de abril de 2016

Meditação para crianças, o caminho para a Paz no mundo!




Se tirássemos as diferentes religiões do mundo, as crenças "implantadas" pelos nossos antepassados e, principalmente a dominação que sofremos desde os primórdios de nossas vidas aqui, conseguiríamos nos realizar como humanidade, amando-nos mais e coexistindo em harmonia. Mas para chegar a isso realmente não vejo muita facilidade.

Foi então que um sábio, M.Gandhi lançou a frase acima e, após refletir muito sobre eu resolvi apoiar a causa desse Mestre da humanidade, um dos mestres da Paz mundial. ele estava certo quando disse que se ensinarmos meditação a uma criança de 8 anos ela se tornará aos poucos num adulto com muito menos problemas emocionais, muito mais tranquilo, focado, equilibrado como um todo e, principalmente, conhecedor das leis universais.

Concordo e assino embaixo. Por mim, já pode virar matéria obrigatória nas escolas de todo o mundo! Assim como o Yôga... mas peraí... Yôga, quando completo e de qualidade, tem o anga Samyama (concentração, meditação e hiper consciência), ou seja, deveríamos ter Yôga em todas as escolas como matéria obrigatória, assim como os maiores países do mundo já vem aderindo (não falo da Índia), como EUA, Canadá, França, etc...

* SAMYAMA = 8º Anga do Yôga Tradicional ou Yôga Antigo - concentração, meditação e hiperconsciência.