quarta-feira, 23 de março de 2016

KUNDALINI – O PODER DO DESEJO PURO

KUNDALINI – O PODER DO DESEJO PURO
Kundalini é o poder do desejo puro dentro de nós, é a energia da nossa alma, da nossa consciência. Kundalini é a nossa emanação do infinito, a energia do cosmos dentro de cada um de nós. Como nossa energia criativa, ela pode ser imaginada como uma serpente enroscada, adormecida na base da nossa coluna. Uma energia adormecida dentro de nós que se desperta, expande a nossa consciência. Kundalini é a potencialidade de que todos nós somos capazes.
E quando nós despertamos a nossa Kundalini, nós nos tornamos cônscios de nossas capacidades criativas, de nossa finitude diante do infinito. A Kundalini torna possível a nós, seres humanos com identidades finitas, relacionarmo-nos com nossas identidades infinitas. E nós tornamos isto possível quando o nosso sistema glandular é activado e o nosso sistema nervoso fica forte, e estes são combinados para se criar um movimento ou fluxo no fluido espinhal e uma sensitividade nas terminações nervosas. Nestas condições, o cérebro recebe os sinais e os integra.
Como resultado, toda a nossa percepção se expande numa tremenda claridade. Percebemos os efeitos e os impactos de uma acção antes dela acontecer. Adquirimos o poder da escolha de agir ou não. A consciência nos dá esta escolha e a escolha nos dá liberdade. Quando conseguimos um fluxo constante da Kundalini é como se estivessemos nos despertando de um longo cochilo, deixamos de viver numa realidade imaginária e nos tornamos compromissados com os nossos propósitos e metas, aproveitando muito mais os prazeres da vida.
O nosso sistema foi construído para sustentar o despertar da energia Kundalini, resta-nos saber se estamos usando-a em toda a extensão desta potencialidade. O fluxo da Kundalini é liberado a partir do chakra do umbigo e sobe até ao chakra coroa, acima do topo da cabeça; aí a energia começa a descer, passando pelos Chakras até à base da nossa coluna. Depois de alcançar o chakra raíz, ela volta para o centro do umbigo.
A ascensão da energia é o caminho para a libertação. É chegar à percepção de que a realidade de Deus está dentro de cada um de nós. A ascensão da Kundalini é o desenroscar da consciência Deus, o testemunho da realidade do poder ilimitado que é a essência de nossas almas.
A descida da Kundalini é o caminho da manifestação. Os Chakras abrem-se nesta descida. E assim que os Chakras se abrem, a nossa essência é consolidada em nosso carácter, nossos dons são integrados em nossos comportamentos e acções. Nossos talentos se tornam uma parte prática em nossas vidas. O que nos referimos como manifestação aqui são as “vibrações”, que é uma tradução aproximada do termo sânscrito “Chaitanya”. Chaitanya (vibrações) é a força integrada do nosso ser fisiológico, mental, emocional e religioso. Portanto, a descida da energia Kundalini simboliza esse despertar do nosso potencial e nos traz a consciência de Deus para todas as nossas actividades quotidianas.
A iluminação ou auto-realização é conquistada quando o ciclo de ascenção e descida se completa. Auto-realização é o nosso primeiro encontro com a Realidade. O despertar da Grande Mãe dentro de nós que a partir de então irá cuidar de nós, dando-nos toda a proteção que precisamos. A Kundalini cura-nos, melhora-nos e confere-nos todas as bençãos. Ela varre para fora da nossa realidade todas as nossas preocupações dos níveis mais grotescos.
O movimento pelo Kundalini, pode trazer diversas emoções que devem ser sentidas e processadas. O processo da ascensão implica em vivenciar suas próprias emoções e não mais a de seu próximo, pois cada ser é responsável apenas por suas emoções, liberando todo o peso que não for seu. De um tempo para cá, muitos de nós têm sentido dores por todo o corpo, sendo confundido com o quadro de fibromialgia, em muitos casos. Enquanto as novas formas orgânicas vão se formando, o antigo vai se deteriorando, num processo automatizado por nosso DNA, que também passa pela transformação. Para alguns que são sensíveis, esta pode ser uma experiência bem desconfortável, até que uma parte suficiente da forma tenha sido transmutada, ficando mais cristalina.
As dores do corpo são referentes às regiões no corpo etérico que estão bloqueadas ou presas. O ato de movimentar a Kundalini ajuda em muito a aliviar estas dores, que irão diminuindo. Quanto mais elevado estiver este Kundalini, menos dores sentirão. Terapia Holística ajuda muito este processo. Este desconforto é temporário, portanto, não se desesperem, ao contrário, elevem o pensamento que é esta a maior fonte de luz que podemos produzir. Outro sintoma é o cansaço, a fadiga, que nos leva a dormir mais horas por noite, por exemplo, ou a ter sono repentinamente. Também é comum a insônia noturna, neste processo. Aconselho a darem a seu corpo o que ele precisa.
A escolha pela ascensão é individual e espiritual, que faz uma verdadeira ressurreição do que estava doente na forma, ancorando um novo paradigma de uma nova consciência humana. Esse compromisso assumido conscientemente, pode fazer com que você coloque sua jornada espiritual acima de outras coisas tidas como importantes para você. Por exemplo, os que tiverem mais sono, trocarão suas noites de baladas por mais algumas horas de sono; os que têm vontade de trabalhar para o próximo, serão intimamente obrigados a tomar pulso desta missão, colocando outros valores em segundo lugar. Estes indivíduos terão consciência de que se comprometeram com o processo da ascensão e assim, podem suportar melhor estes sintomas.
Muitas vezes o diagnóstico médico é da síndrome da fadiga crônica, isto porquê, cada vez que o corpo se eleva em vibração, ele requer mais energia “CHI” (energia vital) para suportar essas mudanças. Orientação Holística, ensina a Grande fonte de energia CHI. Coletar energia CHI, fundamental para este momento. Outra boa dica, é sentir a Si Mesmo, por uns 20 minutos. Comam alimentos frescos, sempre que possível, pois são fontes de energia CHI. Também é bom o uso de ervas em banhos e chás, de óleos essenciais e é aconselhável ingerir muita água. Os suores noturnos e ondas de calor durante o sono, que mesmo em noites frias nos fazem acordar suando ou ter calores repentinos durante o dia, se deve ao fato do Kundalini estar se movimentando, o que é ótimo, embora desagradável
Fonte: Salves HomePage
Kundalini – Dimensão Ontológica da Sexualidade
Kundalini, a cobra cósmica, é o símbolo da energia cósmica que se revela também no sexo. É o primeiro chakra, o da sexualidade genital. Freud deteve-se principalmente nessa dimensão. Por isso, toda a sua psicologia, por mais genial que seja, já que ele é um pai fundador desse campo de conhecimento, é bastante limitada, demasiado falocêntrica e muito patricêntrica.
Jung se contrapunha a Freud, argumentando que a primeira experiência da criança não é com o pai, mas com a mãe. Somos mais matricentrados do que patricentrados, porque ligados umbilicalmente à mãe desde o momento da concepção; o pai entra numa fase posterior. Freud abominava a mãe, transava pessimamente a sexualidade e deixou de ter relação sexual com quarenta e poucos anos. Jung não tinha esse problema, por isso elaborou outro tipo de psicologia. No meu modo de ver, ele apresenta um espectro mais amplo. No entanto, como a nossa cultura é genitalmente centrada e há mesmo um desvio quase coletivo nesse aspecto, Freud é objetivo e bom para corrigir e curar. Mas se vou para um oriental, um africano ou um indígena que não tem esses problemas e levo Freud, estrago-lhes a mente.
Não há contradição entre a kundalini como energia cósmica e a teoria de Freud sobre sexo. Só que ele se restringiu a uma fase da kundalini, a fase genital. Os místicos do ioga, que trabalham muito os chakras, dizem: uma verdadeira experiência de amor tem a sua dimensão genital, mas, se ela se restringir a essa dimensão, é extremamente encurtada. Ela deve passar por todos os sete chakras, até chegar ao sentimento interior, a experiência da infinitude, da iluminação, que capta a dimensão cósmica do amor. Quem faz a ativação desses sete chakras tem uma experiência da totalidade da libido humana.
Nossa cultura não faz uma experiência da sexualidade como dimensão ontológica que atravessa todo nosso ser. Faz uma experiência genital, de alívio de uma tensão, nada mais. Não faz da sexualidade uma experiência mística da totalidade do ser humano enquanto homem, enquanto mulher, que têm a dimensão da subjetividade, do pensamento, da intimidade, da transcendência e da experiência mística. Todos os místicos celebram o encontro com Deus como imenso banquete ou como acasalamento de amor. Desde o Cântico dos cânticos a são João da Cruz e santa Teresa. São Boaventura fala até de orgasmo. Porque eles de fato experimentaram isso ao tocarem Deus. A experiência de amor, que se realiza nas pessoas, dá a chance a todo mundo. A natureza não nega a ninguém fazer uma experiência de transcendência, de encontro com Deus, a experiência da intimidade, do amor como experiência cósmica e mística. Todo mundo faz esse percurso e também os celibatários. Jung dizia que se eles não geram pessoas, têm um parto cósmico, se autogeram. Por isso o voto de castidade, se bem entendido, não é um voto de desamor. É de superabundância de amor. Portanto, é um desafio viver de uma outra maneira a sexualidade, nessa dimensão que vai para além da genitalidade.
Autor: Leonardo Boff – Livro Mística e Espiritualidade
Fonte: http://www.humanive rsidade.com. br/boletins/ kundalini_

terça-feira, 22 de março de 2016

Porque estamos todos deficientes em magnésio

Porque estamos todos deficientes em magnésio

Os sinais de deficiência de magnésio estão em toda parte nos Estados Unidos, se você souber o que procurar. Infelizmente, os sintomas são tão incrivelmente comuns que eles constantemente deslizam sob o radar! Quase ninguém, especialmente médicos, observam que as doenças que sofremos diariamente são realmente sintomas de deficiência de magnésio … e estamos todos pagando por isso.Simplesmente, aproximadamente cada pessoa que você entrar em contato – especialmente aquelas com um problema de saúde, mas mesmo aquelas com apenas pequenas queixas – estão sofrendo de alguma forma desta deficiência em todo o país. Incluindo você!

O que exatamente é o magnésio?
O magnésio é vida.
É o quarto mineral mais abundante no corpo, ao lado de enxofre (que é tão importante quanto).
Além de ser um mineral, o magnésio é também um eletrólito. “Bebidas esportivas” (também conhecidas como fraudes açucaradas) reivindicam conter eletrólitos como o magnésio, potássio e sódio, desde que os eliminamos através do suor, e suas deficiências são o que leva os atletas a enfrentar problemas comuns, como dores musculares! Mas acredite em mim – eletrólitos (especialmente o magnésio) fazem muito mais do que tratar e prevenir cãibras musculares.
Primeiro, os eletrólitos nos permitem viver, como seres elétricos que somos. Eles são responsáveis por toda a atividade eléctrica (e, assim, a condutividade do cérebro) no corpo. Sem eletrólitos como o magnésio, os músculos não podem disparar, o coração não pode bater, e o cérebro não recebe qualquer sinal. Sem mais, precisamos de magnésio para nos mantermos vivos. Assim que se não possuindo o suficiente, começamos a perder energia e condutividade. Tecnicamente, assim que tornamos deficientes, lentamente começamos a morrer, sentindo dores e mais dores no dia a dia, sentindo-nos pior ano após ano. Eu não posso enfatizar o suficiente … sinais de deficiência de magnésio estão em toda parte, basta olhar.
O magnésio é um cofator em mais de trezentas reações no organismo, necessárias para a transmissão de impulsos nervosos, regulação da temperatura, desintoxicação do fígado, e a formação dos ossos e dentes. No entanto, o magnésio mostra o seu verdadeiro poder na saúde cardiovascular. A fundação Weston A. Priceescreve, “O magnésio sozinho pode cumprir o papel de muitos medicamentos cardíacos comuns: inibe a formação de coágulos sanguíneos (como a aspirina), reduz os fatores de coágulos (como a Warfarina), bloqueia a captação de cálcio (como nifedipina, Procardia) e relaxa os vasos sanguíneos (como os inibidores da ECA, tais como Vasotec) (Pelton, 2001).”

Quase todo mundo tem sinais de deficiência de magnésio, mas não percebemos isso …
Os sintomas incluem:
• Constipação
• Pressão arterial elevada (hipertensão)
• Ansiedade
• Depressão
• Insônia
• Distúrbios comportamentais
• Letargia
• Memória prejudicada / pensamento
• Convulsões
• Fadiga
• Distúrbios do sono
• Dor
• Cãibras musculares
• Dor crônica nas costas
• Dores de cabeça
• Enxaqueca
• Dor muscular
• Tendinite
• Raiva
• Agressão
• TDAH
• Cérebro ‘turvo’
• Tensão
• Transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo
Tudo o que o torna tenso pode ser devido a deficiência de magnésio. Se você não pode relaxar ou não pode parar – pense magnésio!

Problemas de saúde já desenvolvidos podem estar conectados a este mineral crucial. A maioria das pessoas com QUALQUER doença crônica ou problema se beneficiam muito com a suplementação de magnésio. Isso ocorre porque a doença crônica é igual a estresse, e o estresse esgota o magnésio.

A seguir, uma lista de condições susceptíveis de ter a deficiência de magnésio como parte do quebra-cabeça:
• Síndrome de Fadiga Crônica
• Fadiga Adrenal
• Fibromialgia
• Doença Cardíaca
• Fibrilação Atrial
• Palpitações Cardíacas
• Osteoporose (sim, o magnésio é mais importante do que o cálcio para a saúde dos ossos!)
• Diabetes
• A morte súbita em pacientes com Insuficiência Cardíaca Congestiva
• Pedras nos rins
“Do mesmo modo, pacientes com diagnóstico de depressão, epilepsia, diabetes mellitus, tremor, Parkinson, arritmias, distúrbios circulatórios (acidente vascular cerebral, enfarte cardíaco, arteriosclerose), hipertensão, enxaqueca, dor de cabeça, dores, distúrbios neurovegetativos, dor abdominal, osteoporose, asma, distúrbios dependentes de stress, zumbido, ataxia, confusão, pré-eclâmpsia, fraqueza, podem também ser consequências da síndrome de deficiência de magnésio.”
–          Journal of the American College of Nutrition

Por incrível que pareça, o artigo acima referenciado menciona até mesmo distúrbios neurovegetativos como possível resultado da deficiência de magnésio. Isto incluiria comas. A produção de hormônio do estresse exige elevados níveis de magnésio e experiências estressantes podem imediatamente levar ao esgotamento completo de reservas de magnésio. Seria isto o motivo contribuinte para que comas aconteçam após acidentes/lesões traumáticas? Como eu mencionei acima, o magnésio é um eletrólito responsável por sinais cerebrais e condutividade. Sem magnésio, as pessoas em coma podem não conseguir retomar a condutividade. O diabetes é listado como outra possível consequência da deficiência de magnésio. Poderia ser este um fator também em comas diabéticos? Algo para se pensar e pesquisar mais!

Ânsias
Você tem vontade repentina de comer chocolate? Por que será que quando estressadas as pessoas desejam chocolate? O chocolate é uma das maiores fontes de magnésio.
O magnésio está associado com tantos distúrbios que a Dra. Carolyn Dean da Associação Nutricional de Magnésio dedicou um livro inteiro para discutir como ela tem tratado milhares de pacientes, com uma ampla gama de doenças, com o magnésio como componente primário. Seu livro, The Magnesium Miracle (em português, O Milagre do Magnésio), é uma leitura obrigatória se você tiver qualquer um dos sintomas de deficiência de magnésio acima relatados, ou quaisquer problemas de saúde em geral – desde que é provável que exista um componente de magnésio para tudo.

Por que os médicos não encontram deficiências de magnésio em testes?
Infelizmente, a medicina convencional não despertou para a quantidade de pesquisas que tem sido feita sobre a deficiência de magnésio. Uma das razões que a medicina está tão por fora sobre o magnésio é como ele é testado: com exames de sangue.
Os exames de sangue não fornecem QUALQUER informação sobre o magnésio … por quê? Porque o corpo controla os níveis de magnésio no sangue muito bem. Se o magnésio no sangue cai um pouco, você terá um ataque cardíaco. Assim, para evitar esta situação, o corpo rouba magnésio de todas as suas células, tecidos e ossos, a fim de manter os níveis sanguíneos constantes. Se você fizer um exame de sangue para o magnésio, mesmo as células podendo estar completamente necessitadas, os seus níveis sanguíneos se mostrariam constantes.
O pior é que o magnésio não está nem mesmo no seu sangue. 99% do magnésio está armazenado nas células que são assaltadas, enquanto apenas 1% do total de magnésio do seu corpo está no sangue. Estes testes são um completo desperdício de tempo, e eles não estão educando os médicos para esta realidade.
“Um teste de soro para o magnésio é realmente pior do que ineficaz, porque seu resultado pode apresentar uma falsa sensação de segurança sobre o status do mineral no corpo. E isto também explica por que os médicos não reconhecem a deficiência de magnésio; eles assumem que os níveis de magnésio no soro são uma medida precisa de todo o magnésio no corpo.” – Dra. Carolyn Dean, The Magnesium Miracle.

Por que somos tão deficientes?
Aqui está a versão curta da resposta: Número um, nós estamos sendo envenenados por nossa comida. Número dois, estamos cada vez mais estressados, usando nossos ‘motores’ em alta rotação e isso está nos drenando. A produção de hormônios do estresse exige elevados níveis de magnésio e experiências estressantes levam à depleção de seus estoques. Número três, estamos comendo mais açúcar do que nunca. Para cada molécula de açúcar que consumimos, o nosso corpo usa 54 moléculas de magnésio para processá-lo. Em quartolugar, técnicas agrícolas modernas esgotam as reservas de magnésio do solo. E, por último, o magnésio é esgotado por muitos fármacos e compostos de estrogênio, tais como contraceptivos orais, antibióticos, cortisona, prednisona, e medicamentos para pressão arterial (“Drug-induced nutrient depletion handbook” Pelton, 2001). Diuréticos no café e chá (cafeína) também elevam os níveis de excreção. Ah, e por falar nisso – o fluoreto concorre na absorção do magnésio!
Hoje em dia, quase todo mundo é deficiente de magnésio – sem a necessidade de teste. Os alimentos refinados/processados são destituídos de seus minerais, vitaminas, e teor de fibra. Podemos chama-los de alimentos antinutricionais, porque eles efetivamente roubam o magnésio a fim de ser metabolizados. Quando consumidos, eles exigem que complementemos com magnésio ou estamos destinados a sofrer eventualmente devido a sua deficiência grave. Como eu disse, o açúcar é o pior criminoso. Cada molécula de açúcar que você consome arrasta mais de 50 vezes a quantidade de magnésio para fora de seu corpo.
Bem, e se você comer uma dieta saudável? Os produtos processados não são os únicos alimentos que são desprovidos de magnésio. Em geral, o magnésio foi esgotado do solo de superfície, diminuindo a ingestão dietética enquanto a nossa necessidade de magnésio tem aumentado, devido aos altos níveis de exposição a substâncias tóxicas que nos deparamos diariamente (ar, água, plásticos, produtos químicos, a lista continua!). O solo está empobrecido de magnésio por causa dos pesticidas que são pulverizados em todos os vegetais cultivados convencionalmente e da poluição mundial que afeta até mesmo os campos mais limpos. Pesticidas também matam as bactérias benéficas e fungos necessários para que as plantas convertam os nutrientes do solo em nutrientes vegetais utilizáveis pelos seres humanos.

As melhores maneiras de obter magnésio 
1. Coma alimentos ricos em magnésio cultivados em solo orgânico.
2. Tome gotas de magnésio iônico. Este é o meu novo método favorito, que eu aprendi com The Magnesium Miracle.
3. Aplique óleo de magnésio na sua pele! Esta é a segunda melhor maneira de aumentar seus níveis.
4. Mergulhe em banhos de sal de Epsom (sal amargo). Isso irá fornecer não só magnésio, mas também enxofre para o seu fígado.


Fonte: http://www.collective-evolution.com/2015/03/25/why-were-all-deficient-in-magnesium-the-many-signs-what-to-do/

segunda-feira, 21 de março de 2016

As 8 Preocupações Mundanas

As 8 Preocupações Mundanas

As 8 Preocupações Mundanas
Por Dzongsar Khyentse Rinpoche
Os sutras sempre começam com Ananda (discípulo e primo de Buda) dizendo, “Assim eu ouvi…” Isto é muito significativo, nos diz muito. Ananda, que se lembrava de todas as palavras do Buda, não clamou que os ensinamentos viessem dele próprio. Ele disse claramente que está simplesmente repetindo as palavras que ouviu do Buda Shakyamuni.
Hoje em dia, todos querem ser originais, especialmente os gurus. Li livros de gurus modernos que afirmam que seus ensinamentos são a sua própria descoberta. De alguma forma, as pessoas nesta sociedade moderna parecem ser atraídas para coisas novas e originais. Mas aqui, não estamos procurando as invenções de alguém, estamos olhando para o Dharma puro e autêntico, as palavras do Buda.
Vivemos em um mundo onde somos atormentados pela constante insegurança. A espiritualidade tornou-se um negócio, então os professores espirituais como eu sempre sentem a necessidade de gerar mais negócios. Dada esta insegurança, sabendo do ponto fraco das pessoas, é bem fácil vender espiritualidade. Alguns de vocês podem ser homens ou mulheres de negócios. Então, estou certo de que vocês sabem o que nos leva a vender coisas. Primeiro, você diz às pessoas que há algo que elas devem ter, algo que elas não têm. Então, você lhes diz que o lugar para comprar é aqui, de mim. Eu tenho o que você precisa.
O Buda disse:
Não confie na pessoa, mas confie nos ensinamentos.
Não confie nas palavras, mas confie no significado.
Este é um grande conselho. Quando entramos no caminho espiritual, é importante sermos muito cuidadosos.
Há duas abordagens básicas para o caminho espiritual. Idealmente, nossa intenção de praticar o caminho espiritual deve ser o atingimento da iluminação. É isso. Parada completa. Mas, por causa de nossos padrões habituais, há uma abordagem diferente, tanto no Oriente quanto no Ocidente.
No Oriente, o budismo tornou-se algo como uma religião. As pessoas praticam o buddhismo para obter vida longa, prosperidade, para melhorar seus negócios, por ganho pessoal, para dissipar certos espíritos e assim por diante. Então, as pessoas não têm a meta da iluminação. Eles têm a meta de decorar esta vida.
Não é melhor no Ocidente. No Ocidente, o Dharma também não é realmente dedicado à iluminação. Aqui, as pessoas praticam o Buddhadharma principalmente para se acalmarem, para se curarem, para relaxarem… para a assim chamada “automelhoria”.
O Buda não ensinou o Dharma para estes tipos de ganhos mundanos. Talvez pensemos, já que somos pessoas espirituais, não estamos procurando por ganhos materiais. Mas ainda estamos procurando por algum tipo de ganho mental. Queremos ter uma vida feliz. Ambos são considerados ganhos mundanos. Se tivermos esse tipo de motivação, o buddhismo é um caminho que devemos evitar.
O caminho budista é basicamente uma má notícia do ponto de vista do ego. Quanto mais praticamos e estudamos o budismo, mais chocante ele se torna para o nosso ego, mais ele irá contra o nosso egoísmo. Então, devemos pensar muito cuidadosamente sobre o que é que nós queremos. Não é muito tarde, ainda podemos sair dele.
Vamos falar sobre estes ganhos mundanos — pessoalmente, tenho muito deste problema. Atisha Dipankara, um dos maiores eruditos budistas da Índia, tinha um modo maravilhoso de colocar isto. Ele disse: “Oito coisas fazem uma pessoa ficar fraca”. Ele estava se referindo aos oito dharmas mundanos, ou oito armadilhas nas quais caímos:
1 Querer ser elogiado;
2 Não querer ser criticado;
3 Querer ganhar;
4 Não querer perder;
5 Querer prazer;
6 Não querer dor;
7 Querer ser reconhecido;
8 Não querer ser ignorado.
Estes são muito importantes. Devemos memorizá-los, de modo que de tempos em tempos podemos verificar se estamos caindo em uma destas armadilhas, ou até mesmo em todas elas. Eu faço isso. Isso é o núcleo básico da minha prática, verificar se estou caindo em qualquer uma destas armadilhas. São fáceis de lembrar: elogio e crítica; ganho e perda; prazer e dor; reconhecimento e ser ignorado.
Então, devemos verificar se caímos em qualquer uma destas armadilhas. Eu caio em todas elas, especialmente na primeira, querer ser elogiado. Sempre gosto de ser elogiado, essa é a minha maior fraqueza. Estou certo de que isto acontece com muitos de nós; palavras pequenas, superficiais, inúteis e ridículas de louvor podem nos fazer realmente, realmente fracos. O mesmo acontece com a crítica; algumas palavras ridículas e insignificantes de crítica podem nos ferir para sempre.
Penso que todos vocês sabem do que estou falando: como gostamos de ganhar, como não gostamos de perder; o quanto amamos a atenção; o quanto não gostamos de ser ignorados… Todas estas são armadilhas. Se cairmos em uma destas armadilhas, nos tornaremos fracos.
Eu caio nestas oito armadilhas todo o tempo. Não quero perder amigos, quero ser louvado, não quero ser criticado, quero ganhar discípulos, quero ter atenção, não quero ser ignorado. Então, o que faço? A fim de obter o que quero e de evitar o que não quero, eu termino massageando o ego de outras pessoas.
Idealmente, se eu fosse um professor de verdade, eu deveria estar lhes dizendo o que vocês precisam ouvir, o que pode ser bem doloroso. Se eu realmente assumir seriamente o meu papel de amigo espiritual, isto irá ferir o seu ego. A linha de fundo é que o caminho espiritual é ir além do desejo do ego. Peço desculpas por dizer isto, mas este é o único caminho.
Então, se quisermos ser praticantes espirituais, se quisermos ser fortes, precisamos nos exercitar, por assim dizer. Atisha Dipankara nos dá um modo maravilhoso de treinar, chamado lojong. Lojong é uma palavra tibetana que significa “treinamento da mente”. O treinamento é basicamente lembrar de nos perguntarmos em qual destas armadilhas estamos caindo.
Vamos retornar à questão anterior, de que tipo de motivação temos. Esse é a linha de fundo de tudo. Estamos sérios quanto a atingir a iluminação? Ou estamos fazendo tudo isto apenas por relaxamento ou cura? Ou talvez porque estamos tendo muitos problemas e obstáculos em nossa vida, e queremos apenas nos recuperar disso? Lembrem-se que isto pode realmente funcionar em certa medida. Se praticarmos o Dharma com este tipo de motivação, podemos realmente obter alguns benefícios mundanos, mas não estaríamos usando o potencial completo do Dharma. Por isso, não estaríamos praticando nem mesmo o Dharma real, mas sim algum Dharma de mentira, falsificado.
Então, nossa motivação é muito importante. Se tivermos este segundo tipo de motivação, a motivação de praticar o caminho espiritual a fim de atingir a onisciência ou iluminação, então temos de ter um caminho completo. Agora, o que faz um completo caminho? Um caminho completo tem de ter visão, meditação e ação. Por favor, tomem nota disto, isto é muito importante. Percebi que no Ocidente há muitos métodos sem qualquer visão. Parece ser toda uma pletora de métodos, várias meditações, música da Nova Era, re-nascimento, re-morte… Lembrem-se, estes são bons como métodos. Não estou criticando o método em si, mas vocês têm de ter uma visão. Se não tiverem uma visão, ele não os conduzirá a muitos lugares; pode curar alguns ferimentos ou temporariamente matar a dor com algum analgésico. A visão é muito importante. A visão determina a meditação e a ação.
Então, como obtemos esta visão? Através do estudo. E através da investigação daquilo que estudamos. Isto é algo realmente extraordinário sobre o caminho que o Buda Shakyamuni ensinou. Ele nos deu a liberdade de questionar. Vocês podem perguntar questões, podem argumentar, podem analisar dentro de sua capacidade de lógica e de senso comum. Então, devem estudar e finalizar a visão, e baseados nisso, vocês obtêm confiança no caminho. Então, vocês escolhem muitos métodos.
Neste ponto, poderíamos dizer que a nossa visão é ter renúncia. O que queremos dizer com renúncia? Quando assistimos um filme, isso é uma renúncia genuína. Por quê? Porque conforme assistimos o filme, apesar de todos os tipos de coisas acontecerem na tela, sabemos que é apenas um filme, é tudo de mentira. Pode haver relacionamentos amorosos, ou suspense; podemos até mesmo ser levados às lágrimas, mas em algum lugar dentro de nossa mente, sabemos que isto é apenas um filme.
Quando sentimos vontade de ir ao toalete durante o filme, por exemplo, podemos ter a coragem de levar e ir. Não é uma grande coisa, não estamos realmente presos. É por isso que chamamos isto de renúncia — temos a visão correta quanto a isto. Já que sabemos do aspecto fútil da vida, há uma renúncia genuína. Por outro lado, neste grande filme que chamamos de nossas vidas, poucos de nós temos este tipo de coragem.
Claro que a renúncia não significa que, já que percebemos que isto é um filme, devemos sair do cinema e fazer um grande voto de nunca mais assistirmos um filme novamente. Simplesmente perceber que isto é um filme mudou toda a nossa atitude diante dele. Não temos de parar de assistir. Podemos ainda assistir, mas agora, por causa deste conhecimento, não nos prendemos; ele não se tornou uma grande coisa. Esse é um tipo de pequena iluminação.
Isto é o que precisamos, mas perceber que isto é um filme é bem difícil. Nós sempre ficamos paralisados. Sempre terminamos pensando que é real. E quando nos sentamos aqui, totalmente absortos no filme, rindo, chorando, completamente perdidos nele, de alguma forma, por causa de nosso bom karma, por causa de nosso mérito, a pessoa ao nosso lado nos dá um tapinha no ombro e diz, “Não se preocupe. É apenas um filme”. Essa pessoa é o nosso professor.
Ter essa oportunidade de sentar próximo de alguém que realmente tem a sabedoria e a bondade de nos dizer isto — é muito difícil também. Precisamos ter muito mérito. Por exemplo, assim que esta pessoa nos diz que isto é apenas um filme, a pessoa atrás de nós poderia tossir, e então podemos perder a oportunidade de ouvir isto. Coisas assim acontecem todo o tempo. Isso é simplesmente falta de mérito.Obtemos este mérito através da lembrança da visão, de novo e de novo; através de lembrança de verificar em quais destas oito armadilhas estamos caindo; através de todos os tipos de meditações diferentes.
Então, agora eu diria, entender o aspecto fútil de nossa vida é a visão. Ter esta visão não significa que temos de nos tornar monges e monjas, ou ir a Kathmandu e viver em uma caverna. Não, o conhecimento é mais importante. O conhecimento de que isto é fútil não significa que vocês devem se demitir do seu trabalho. Vocês ainda devem continuar com o seu trabalho. Se tiverem a oportunidade de se tornarem milionários, então por que não? Vocês devem apensar fazer isto — mas sempre conhecendo a identidade verdadeira, sempre lembrando da realidade da situação.
Então, torna-se realmente divertido. Assistir um filme, sabendo que é um filme, e ainda experienciando toda a emoção, é divertido. Porque temos controle. A qualquer hora que não tenhamos controle, a qualquer hora que algum outro tiver o controle, não é divertido. Nesta hora temos o controle. Sabemos que é de mentira.
Bem agora, em nossa vida diária, não temos controle, não temos divertimento. Pensamos que tudo o que está acontecendo também é verdade. Apenas pensem sobre os relacionamentos que estamos tendo. Ter um relacionamento é supostamente algo legal que acontece em nossa vida, mas é realmente legal? No momento em que o relacionamento começa, a insegurança começa, a expectativa começa, o medo começa. E nunca terminam, repetem-se todo o tempo: quantas vezes tivemos uma namorada, quantas vezes mudamos de namorados? Sempre parece ser a mesma coisa. Não há o Sr. Correto, a Sr.ª Correta, não há situação correta aqui. Por quê? O problema não é que as situações corretas não surjam. Não é realmente isso. Mas sempre temos uma expectativa, temos esperanças e medos. E esses nos levam a desapontamentos. E até mesmo se acontecer de conseguirmos o que esperamos, então a expectativa não pára. Ele se multiplica. Agora, as expectativas são reforçadas, obtivemos o que queríamos, então esperamos mais, temos até mais expectativas.
Então, o que podemos fazer é desenvolver expectativas sábias. Isto é parte do lojong, parte do treinamento da mente. Quando acordamos, por exemplo, verificamos: “Estamos em boa condição? Estamos felizes? Estamos bem?” Estamos bem, estamos felizes, estamos bem. Então, formamos uma expectativa sábia: “Isto não durará, isto nunca durou antes, isto mudará”. E efetivamente a nossa felicidade durará mais por causa disso. E então, quando estivermos atravessando dificuldades, quando tivermos todos estes problemas, todas estas dores de cabeça, pensamos: “Isto não durará. Muitas vezes tive problemas no passado, mas eu os atravessei, eles não duraram, e isto será o mesmo”.
Todos têm isto. Os problemas presentes, os problemas que estamos atravessando bem agora, são os maiores problemas, não são? E pensamos que estes serão nossos problemas definitivos e de mais longa duração, mas isso não é verdade. Os problemas que tivemos há cinco anos atrás não são nada se comparados aos que temos agora, e em cinco anos, os problemas de hoje serão insignificantes.
Penso que é bom apreciar a nossa existência. Enquanto estivermos assistindo o filme, enquanto estivermos passando pelas nossas vidas diárias neste mundo, é bom ter apreciação. Podemos desenvolver a apreciação de nos sentarmos bem aqui neste mesmo minuto.
Discutimos a visão, e agora, a meditação. Meditação é gom em tibetano. Realmente, significa acostumar-se com algo. Então, estamos sendo apresentados à visão e agora temos de nos acostumar com este conhecimento. Estou certo de que vocês ouviram isto muitas vezes. Se estivermos sendo apresentados a algo como o álcool, por exemplo, então a nossa meditação é visitar o bar muitas vezes, o quanto mais que pudermos. Em seguida, podemos querer tentar diferentes tipos de licor e tentar misturar certos coquetéis, o que quer que seja. E então, lentamente, lentamente, começamos a realmente gostar de álcool. Ninguém nasce como alcoólatra. Vocês têm de aprender isto, têm de meditar sobre isto. E então vocês se tornam inseparáveis do álcool. Isto é quase como a iluminação do álcool. Então, vocês não podem viver sem ele. Isto é o que temos de fazer.
A meditação é acostumar-se com algo. Agora, há a meditação shamatha que muitos, muitos mestres nos aconselharam a fazer. Concordo com isso porque o shamatha assenta a fundação. A meditação shamatha é simplesmente fazer nossa mente ser trabalhável, flexível. Bem agora, nossa mente é como um pedaço de madeira, rígido. Shamatha faz nossa mente ser flexível, de modo que possamos fazer o que quer que gostemos.
Bem agora, digamos que vocês estão raivosos. Agora, se eu pedisse que vocês, por favor, parassem de estar raivosos, vocês não podem. Ou, se eu pedisse que vocês ficassem com raiva bem agora, vocês também não podem. Por quê? Porque não temos controle nobre nossa mente. Algo tem de vir de uma cerca causa e condição têm de estar lá, e apenas então podemos mudar nossa raiva. Não temos controle sobre ela. Shamatha nos dá esse controle, essa flexibilidade.
O principal tópico que estávamos discutindo era o lojong e as oito armadilhas, os oito dharmas mundanos. Então, como meditamos sobre isso? Poderíamos chamar isto de “meditação na ação”. Penso que isto é uma prática bem importante, mas às vezes também é bem difícil. Por quê? Novamente, o velho culpado, nossas expectativas. Se olharmos para elas, até mesmo o modo como andamos é baseado em expectativas. Temos um certo jeito de andar, de modo que sejamos louvados, de modo que não sejamos criticados, de modo que ganhemos algo, de modo que não percamos algo, de modo que consigamos atrações, de modo que não sejamos ignorados. Tudo, o modo como caminhamos, o penteado que temos, a camiseta que colocamos nesta manhã… Fazemos isto por causa da expectativa. Não há autenticidade. E quanto não há autenticidade, nos tornamos bem fracos de novo. Nos tornamos vítimas de nossas próprias expectativas e das dos outros.

domingo, 20 de março de 2016

De onde vem a verdadeira felicidade ?

De onde vem a verdadeira felicidade ?

Qual seria o melhor investimento da sua vida?

Muitos poderiam dizer viajar, outros comprar uma casa ou um apartamento, comprar um carro, uma moto, comprar equipamentos eletrônicos, roupas, sapatos, relógios e assim vai uma lista que não tem fim. Comprar, comprar e comprar, desta forma, onde vamos parar?
Pergunto aonde a pessoa vai parar seguindo este modelo de “felicidade” que tem tempo certo de duração e sua dependência é muito ruim colocando-a em uma ilusão material muito perigosa.
Com isso não estou dizendo que não devemos comprar coisas para nossas vidas, trabalharmos para melhor de padrão, movimentar as energias da prosperidade material e financeira, mas ao mesmo tempo estou dizendo o quanto é importante colocar o material no seu devido lugar.
Vivemos um modelo capitalista no mundo inteiro, a cada instante estamos sendo bombardeados a consumir todo tipo de produtos e serviços que na grande maioria deles não precisamos para ser verdadeiramente felizes.
Não vou explicar o que é felicidade de verdade.
Afinal, o que é a verdadeira felicidade para você?
Para, pense, reflita, o que vem na sua mente?
Agora faça a mesma pergunta, o que é a verdadeira felicidade para mim, porém agora somente sinta com o seu coração! O que você sentiu?
Se você notou diferença entre as duas formas de perguntar, primeiro quando pergunto se observou o que veio na sua mente e segundo quando se permite sentir sem julgamento da mente, então é porque tem algo a ser ajustado nesta caminhada rumo a sua verdadeira felicidade.
Sabemos que a felicidade é um estado de espírito, todos nós já ouvimos falar nesta expressão e a mesma é verdadeira, ou seja, ela vem do espírito.
Há milhares de anos atrás povos antigos do oriente (Hindus) diziam que o espírito antes de encaixar no corpo (encarnar), entrava pelo topo da cabeça (chacra coronário) e instalava-se no coração (chacra cardíaco) durante uma vida inteira e quando a hora de morte (desencarne) chegava, o espírito saia pelo topo da cabeça.
Ta aí a explicação da expressão: “Siga o caminho do coração!”.
O que é seguir o caminho do coração?
É seguir o caminho do Espírito, o caminho da espiritualidade.
Quando estamos entorpecidos nas ilusões da materialidade em suas momentâneas tramas ilusórias, o espírito se distancia de sua essência espiritual e na grande maioria das vezes se perde gerando muitas dores, tanto físicas, mas principalmente emocionais, psicológicas e espirituais.
Não busque sua verdadeira felicidade em coisas materiais, em coisas que não poderá levar contigo quando partir mais uma vez deste planeta, corra em direção das coisas que preenchem o coração (espírito), como o amor, felicidade, paz, amizades, se sentir útil, trabalhar em algo que te realize profundamente, solidariedade, perdão, compaixão, estudos e tantas outras coisas que fazem a vida valer…
Quando a morte bate na porta, nos instantes finais desta jornada, virá um filme na sua mente e neste momento você não pensará que deveria ter comprado aquele carro bacana, aquela casa de três dormitórios, aquele terno, aqueles sapatos, você irá pensar porque não amou, não foi feliz, não perdoou, não brincou, não riu mais, não fez amizades e outras centenas de coisas que só a alma pode realizar.
Tudo que o corpo pode realizar é por ação do espírito, emoções, sentimentos, pensamentos e atitudes são de origem/ordem espiritual, o corpo material é o veículo e não ao contrário.
Há necessidade deste despertar e principalmente colocá-lo em prática. Tudo que sentimos e pensamos levaremos após a partida desta jornada. A morte acontece somente para o corpo material, a vida continua e sempre continuará para o espírito (corpo astral), esse é a fonte de toda a vida, é imortal.
Vou encerrando este texto com quatro parágrafos do Paramahansa Yogananda* do livro (Como ser feliz o tempo todo) que valem por uma vida inteira. Foi através destas lindas palavras que surgiu o Sol do Everest em Outubro de 2011…
“Para que gastar todo o nosso tempo com coisas que não duram? O drama da vida tem sua moral no fato de ser apenas isto: um drama, uma ilusão.

Os insensatos, imaginando que a representação é real e duradoura, lastimam as partes tristes, lamentam que as alegres não se eternizem e deploram que a peça tenha de acabar.


O sofrimento é o castigo de sua cegueira espiritual.


Os sábios, porém, sabendo que o drama não passa de ilusão, buscam a felicidade eterna no Eu interior.”
Amor
Determinação
Confiança

Jefferson L. Orlando

Premavatar Paramahansa Yogananda: (5 de janeiro de 1893 a 7 de março de 1952), foi um iogue e guru indiano. É considerado um dos maiores emissários da antiga filosofia da Índia para o Ocidente. Através da Self-Realization Fellowship (SRF), a organização que fundou ao chegar aos Estados Unidos, foi pioneiro ao promover a prática da meditação por meio das lições que os estudantes recebiam em casa, pelo correio, para cumprir a sua missão mundial de difundir as técnicas de Kriya Yoga. Paramahansa Yogananda teve sua singular história de vida imortalizada no best-seller Autobiografia de um Iogue. Seu nome Ioge completo tem o seguinte significado: Premavatar (Emissário de Deus) Paramahansa (Supremo Cisne) Yogananda (União e Bem Aventurança) , traduzindo em essência, Um Emissário de Deus que assim como um supremo Cisne vem para trazer a União e a Bem Aventurança para as pessoas ou com essa tradução “O supremo Cisne que através da Kriya Yoga traz bem aventurança ao mundo”
Jefferson L. Orlando – É Psicoterapeuta Reencarnacionista, Palestrante, Ministrante, Escritor, Apresentador do Programa Sol do Everest (Canal YouTube), Outorgado pela Magia Divina, Projetor Extrafísico e Espiritualista. Reside e atende em São Paulo/Capital com a Psicoterapia Reencarnacionista, Regressão Terapêutica (Método ABPR – Conduzido pelos Mentores Espirituais) e Bioenergético Anímico-Mediúnico através das Mandalas pela Magia Divina

sábado, 19 de março de 2016

O que acontece quando nossas emoções ficam guardadas no corpo


O que acontece quando nossas emoções ficam guardadas no corpo
Nunca é tarde demais para prestar atenção nas emoções não expressadas que arquivamos no corpo, que se manifestam através de dores, desconforto e tensões.
Quando olhamos para a linguagem que usamos para falar das nossas reações emocionais, normalmente existe uma sensação física associada a elas: um caroço na garganta, borboletas no estômago, falta de ar, o peso do mundo nos ombros. Isso não é mera coincidência. Essas reações viscerais são mensagens do nosso corpo.
Chamamos de “conexão entre mente e corpo”. Essas reações são associadas com o uso da mente – através de pensamentos positivos – para ajudar a melhorar o estado geral do corpo, sua imunidade e provocar sensação de bem estar. Embora usar a mente para atingir o corpo seja extremamente útil e preciso, não podemos ignorar que nosso corpo pode também ser uma forma de acessar e tratar nossas emoções mais escondidas.
A maioria de nós pode se lembrar de um tempo quando expressar uma emoção era desencorajado pelos adultos que nos cercavam. Pais ainda dizem para as crianças que “sejam valentes”, ou “engulam o choro”. Ou ainda diminuem suas sensações de dor com o clássico “não foi nada”. Nossos corpos simplesmente gravam aquilo que acontece com nossas emoções – mesmo que tenhamos sido convencidos intelectualmente a lidar com elas, ou a ignorá-las. O impacto físico e emocional de dores e sentimentos não expressados é algo que perdura. Fica marcado.
Abaixo há uma ilustração de padrões típicos de emoções guardadas no corpo, reconhecidas pelas entidades de trabalhos corporais. Cada pessoa desenvolve também seus padrões individuais, mas esses são alguns dos padrões mias comuns:
Nossos corpos sabem das coisas que nossas mentes gostariam de se livrar. Das coisas que estão esquecidas em algum nível de consciência, estão sempre presentes concretamente no corpo. A boa notícia é que nunca é tarde para acessar esses assuntos, e que os resultados de um olhar para o corpo, podem afetar tanto o plano físico como o mental e emocional.
Alguns passos que você pode dar para liberar emoções mal resolvidas:
1) Encontre uma atividade física diária que você goste. Perceba, não se trata de “faça exercício”. Cuidar do corpo é importante, mas a intenção aqui é ser feliz, através do olhar para o corpo. Portanto tem que ser alguma atividade que amamos fazer. É interessante também que seja algo que acalme um pouco a mente. Muitas pessoas encontram na ioga, nas corridas e outras atividades do gênero esse componente meditativo. Pode ser simplesmente uma caminhada silenciosa de dez minutos, onde você pode prestar atenção na sua respiração e outras sensações corporais.
2) Receber algum trabalho corporal com frequencia. Massagens terapeuticas são uma das formas mais efetivas de se liberar emoções guardadas. Quando alguém trabalha nos nódulos do pescoço, onde guardamos estresse e raiva por tanto tempo, as emoções começam a vir à tona. É comum ver clientes chorando nas mesas dos massagistas. É importante somente lembrar que os profissionais de terapias corporais não são psicoterapeutas, portanto são tidos como agentes auxiliares para liberar as emoções e iniciar o processo de cura, individual de cada um, que pode necessitar em outro momento de ajuda de outros profissionais.
3) Fazer do toque parte integrante de nossos relacionamentos primários. Isso soa simples, óbvio até. Mas infelizmente podemos nos deixar levar pela cultura do “não-me-toque”. Menos e menos das nossas interações diárias envolvem o toque. Na medida que apoiamos nossas estratégias de comunicação nas mídias sociais e demais tecnologias, nossos relacionamentos tem menos contato corpo a corpo do que precisamos. Encoste nas pessoas, nos braços ou ombros, quando fala com elas. Cumprimente os amigos com um abraço. Vá jogar basquete com os amigos, ao invés de assistir na TV. Quando começarmos a compreender que não somos mentes presas dentro de um corpo, e sim mente e corpo atuando em perfeita harmonia, podemos começar a curar velhas feridas de uma forma mais profunda e duradora.
Via: http://www.redeubuntu.com.br
Artigo Original de Kate Bartolotta em The Good Men Project
Tradução Livre por Anne Rammi

sexta-feira, 18 de março de 2016

O "fim" das dores com o poder do Yôga.

O Fim da Dor com Yoga

Essa semana encontrei um livro de Shoosh Lettick Crotzer intitulado “Yoga for fibromyalgia”. E me lembrei de como o Yoga é uma ferramenta poderosa para eliminar a dor crônica que essa síndrome ocasiona.
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A fibromialgia é uma desordem caracterizada por dor músculo-esquelética generalizada acompanhada de fadiga, sono, diminuição da memória e problemas de humor.
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Aproximadamente 3,7 milhões de americanos, ou 1 em 73 pessoas  nos EUA, sofrem de sintomas da fibromialgia.
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No Brasil está presente em cerca de 2% a 3% das pessoas.Acomete mais mulheres que homens e costuma surgir entre os 30 e 55 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes.
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Se você já foi diagnosticado com essa síndrome eu preciso lhe contar uma história, na verdade algumas…
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Um dia normal em que eu acabava de dar uma aula de Yoga, estava guardando minha esteira quando uma pessoa me tocou no ombro e disse: “- Muito Obrigado!”. Quando me virei, pensei que não havia nada de especial ali que eu tivesse feito.
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Diante de mim estava uma aluna que mal falava. Chegava, colocava sua esteira de Yoga, fazia a aula e ia embora.
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Nos últimos dias eu havia notado uma diferença nela, como é de costume ver no Yoga. Ela começava a esboçar um sorriso e começava a cumprimentar as pessoas.
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Mas naquela aula especificamente ela me parou e com um olhar cheio de gratidão agradeceu e me explicou o porquê:
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Já tinha duas semanas que não sentia as dores da fibromialgia, dormia bem, cuidava da casa e da família com muito mais carinho e atenção. Sentia-se feliz e disposta! Toda a família estava feliz…

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Eu fiquei comovido com isso…
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Disse a ela que eu era apenas um canal e que era o Yoga operando mais um de seus milagres…
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Outro dia resolvi perguntar para os alunos de uma de minhas turmas, o que os mantinham ali. Em uma sala com doze alunos, cinco mulheres responderam como em um coro:
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“ – Não largo minha Yoga por nada, nunca mais senti as dores no corpo e tenho dormido muito bem”.
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Conversando cada vez mais com meus alunos, percebi que um grande número de pessoas buscava o Yoga apenas para relaxar e acabavam encontrando o fim de dores que os acompanhavam por anos…
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Houve muitos casos em que recebi depoimentos de alunos comentando que além das dores terem acabado eles haviam mudado sua forma de ver o mundo. Sentindo-se mais felizes e serenos diante das situações diárias…
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Não há remédio no mundo que faça tudo isso! Realmente só o Yoga e sem química alguma além do próprio corpo!
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Por não haver nenhuma lesão física e nenhum causa específica muitas pessoas acreditam que a fibromialgia é algo fantasioso, mas quem possui esse diagnóstico sabe que a dor é bem real!
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E o problema não é só esse… A depressão é diagnosticada em 50% dos casos de fibromialgia…
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Sim! Isso é um problema real e que deve ser levado muito a sério!
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Em outros países já é muito conhecido o Poder que o Yoga tem sobre a fibromialgia, chegando a haver obras específicas para mulheres, as que mais sofrem como o problema, como “The Womans Fribromyalgia Toolkit” de Dawn A. Marcus onde o tema é abordado de forma bem específica.
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Mas o que há de especial no Yoga para ter resultados tão brilhantes na fibromialgia?
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Encontrei em uma revista “Yoga Journal” de outubro de 2009 uma matéria interessante sobre o tema. Lá uma autoridade no assunto deixou registrada sua resposta.
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Segundo Leslie Croffort, especialista na doença e chefe de reumatologia da Universidade de Kentucky em Lexington
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“A capacidade do Yoga de mudar a resposta do sistema nervoso ao estresse e ao relaxamento é vital para pessoas cujo sistema nervoso é naturalmente sensível”

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Para quem vive o Yoga não é necessário ser especialista em dores para saber que o alongamento consciente, a ativação de plexos nervosos e glândulas em conjunto com técnicas de relaxamento e meditação são os melhores antídotos que existem para as dores do corpo e da alma.
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Na antiga medicina oriental sabemos que a maioria das dores são obstruções nos canais energéticos do corpo e que para a cura basta deixar a energia fluir, sendo o alongamento consciente uma das formas mais poderosas para fazer isso e o relaxamento a outra.
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Por isso ensino o Yoga, por que, não só vivenciei seu poder de transformação em mim. Vi isso em muitas pessoas…
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Tenho uma profunda certeza que essa ciência maravilhosa pode dar o alívio ao sofrimento de milhares de pessoas que vivem silenciosamente dores crônicas por vários anos.
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Esse é o “porquê” que diariamente estudo a melhor forma de conduzir esse conhecimento ao máximo de pessoas possível através de cursos, palestras, workshos e cursos online.
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.Seja aonde for, pratique Yoga!
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Lá não estará a respostas de seus problemas, mas luz que lhe fará ver que a resposta está aí mesmo… Em você…
Fonte: http://www.praticandoyoga.com.br/blog/o-fim-da-dor-com-yoga/